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quarta-feira, 20 de maio de 2009

Babê no trabalho - Parte 2 - Benefícios para as empresas

O Programa "Bebês no local de trabalho", desenvolvido pela organização internacional de mesmo nome permite que os pais levem seus bebês para o local de trabalho e cuidem deles enquanto trabalham. Geralmente até os bebês completarem 6 ou 8 meses ou estarem engatinhando. Esse programa teve muito sucesso onde foi bem estruturado.
Os benefícios para as empresas são os seguintes:
1. O funcionário retorna ao trabalho mais cedo;
2. Aumentam a lealdade e a retenção dos empregados na empresa (menor "turn over");
3. Melhora a moral e a atmosfera do ambiente de trabalho;
4. Aumenta sobremaneira a produtividade;
5. Diminui as despesas com a saúde dos funcionários;
6. O programa atrai candidatos a trabalhar na empresa;
7. Melhora o trabalho em equipe e a cooperação;
8. Atrai novos clientes;
9. Aumenta a fidelidade dos clientes;
10. Baixo custo de implementação.

Fonte: Babies at Workplace Institute

sexta-feira, 8 de maio de 2009

Bebê no trabalho. Essa é nova! Mas pode dar certo...

Ouviu-se muito falar do Projeto de Lei que aumentou a licença-maternidade, para dar mais tempo para a mamãe ficar com o seu bebê. Mas, e quando a licença acabar e ela tiver que voltar ao trabalho? Quem vai cuidar do bebê enquanto a mamãe estiver longe? Uma babá? Uma creche? No Brasil, algumas empresas oferecem creche no local de trabalho. Pois indo um pouco mais além, algumas empresas americanas, procurando uma saída para o problema, encontraram uma solução no mínimo original: levar o bebê para o trabalho!

VANTAGENS E DESVANTAGENS

Quem está incentivando as empresas a deixar as mamães levarem seus filhos para o trabalho e orientando essas empresas na implantação da novidade é uma organização chamada "Babies in the workplace" (Bebês no Local de Trabalho, em português).

Eles acreditam que a presença do bebezinho, além de acalmar a mãe, incentiva também os colegas de trabalho. “Eu acho que dá uma harmonia maior ainda para o trabalho”, defende Lu Mounnic, chefe de escritório.

Porém, muita gente acha que isso não dá certo. “Eu sou a favor de que o bebê pequeno esteja em lugar calmo. Muita luz, telefone, gente falando, rindo, muitos vírus, bactérias no ar, é muito complicado para o bebê”, diz Betina Serson, psicopedagoga. Ok, mas e se o lugar for calmo, arejado e agradável?

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